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Não dá para fazer conteúdo digital pensando só na trend do momento

Em tempos em que as coreografias do Tiktok extrapolam as telas e invadem as festas, em que filtros do Instagram viram referência de beleza e áudios completamente aleatórios se tornam bordões na boca do povo, viralizar é um desejo quase unânime e constante entre pessoas e, claro, marcas. 

E é claro que nós sabemos o valor disso. Também estamos sempre de olho nos movimentos (rápidos, diga-se de passagem) das redes e não perdemos nenhuma oportunidade se pudermos aproveitar o assunto do momento. É bom, faz parte e ajuda a estreitar laços.

Mas a verdade é que o buzz marketing, por si só, não gera resultados. Antes de entrar para a trend do momento, é preciso construir estratégias que gerem conversas. Conversas que, inclusive, ajudarão a entender quais são as brincadeiras, memes, bordões e filtros que, de fato, fazem parte do universo do seu público. Sem isso, entrar para uma trend é brincadeira passageira. Talvez renda alguns likes, mas dificilmente vai converter em seguidores que querem ouvir o que você/sua marca tem para falar. Mas, com conhecimento, é reforço de marca, de experiência. Para quem já te segue, a brincadeira faz sentido e ajuda a confirmar seu posicionamento. E para quem teve o primeiro contato a partir do meme, bastará uma rápida olhada no resto da rede (seja ela qual for) para entender que aquilo faz parte de uma persona já construída ali. 

A sede de viralizar a qualquer custo não pode ser maior do que o trabalho diário de construção de marca, de branding.

Viralizar pode ser um objetivo dentro de um guarda-chuva inteiro de estratégias que precisam fazer sentido a longo prazo. Algumas delas são:

Essas são apenas 5 (entre muitas) estratégias que ajudam na construção de um perfil que pode se tornar “viralizável” em algum momento. 

E aí, você está aproveitando o potencial do seu perfil para gerar conversas ou para participar de trends?